Andei pela chuva embaixo do sol.
Enquanto caminhava sob os raios dourados e quentes daquele sol e sob o frescor das gotas d’agua daquela chuva que caíam da mesma direção, eu procurei pelas nuvens.
E nuvens, nem pensar.
O céu era azul e límpido. Único. O sol brilhava de forma híbrida, não pude ver de onde caía a água, já que não havia nuvem alguma. Seria um complô para com meus olhos?
Não me zanguei, caminhei.
Chuva e sol. Seria casório de algum espanhol?
Ou sol e chuva? Uma segunda chance da viúva?
Não encontrei respostas, sequer nuvens.
Ah! O Arco-Íris! Deve estar ali, ou ali.
Ali? Acolá, talvez. Talvez?
E o Arco-Íris? Nem pensar.
Há chuva e sol. Chove sem nuvens. Nuvens e Arco-Íris, nem pensar.
Pensar? Imagina!
Olha lá!
O Arco-Íris!
Puxa vida! As nuvens.
Não pisque agora... Bela imaginação.
Das idéias vem as realizações, das grandes realizações as imagens marcantes e, de todas as grandes marcas, um rabisco, um esboço, um rascunho.
27 dezembro, 2006
18 dezembro, 2006
XXIX - Café del Mar
Era extremamente cedo e nem se tratava de insônia. Fazia questão de levantar-me antes de sol, caminhar contra a brisa que aos poucos se aquecia e, numa combinação de vistas e sons, percebia que a última estrela brilhava no céu por pura teimosia. Eu caminhava lentamente àquilo que, para muitos, era pura utopia de vida: caminhava para o meu café da manhã à beira do mar.
Parecia haver centenas de pássaros e cada um cantava um instrumento diferente. Era muito mais que uma verdadeira sinfonia. Era como se eu estivesse ouvindo José Padilla e seus convidados em meu walkman. Mas era um nascer do sol. Não, não era, era muito mais. Era o meu autêntico Café del Mar.
Parecia haver centenas de pássaros e cada um cantava um instrumento diferente. Era muito mais que uma verdadeira sinfonia. Era como se eu estivesse ouvindo José Padilla e seus convidados em meu walkman. Mas era um nascer do sol. Não, não era, era muito mais. Era o meu autêntico Café del Mar.
XXVIII - Faz de Contas II
A vida é um verdadeiro mundo de faz de contas. Temos que nos preparar para viver nosso teatro mágico de cada dia, onde todos são personagens solitários de um mundo encantado, onde vilões se confundem com heróis, onde as fadas se misturam com as bruxas e onde todos se confundem, encontram-se e desencontram-se.
por Carla Marco de Carvalho
Revisado por: Augusto C. Alencar
por Carla Marco de Carvalho
Revisado por: Augusto C. Alencar
17 dezembro, 2006
XXVII - Faz de Contas
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Texto Retirado de "Do Complexo Ao Mais Simples"
Virtualmente o mundo parece bem mais fácil do que realmente falando. Cri um dia que seria fácil viver até o octagésimo aniversário sem prantos. Mas por trás de tudo isso tem sempre um vilão... a não ser que o vilão seja você.
"A Vida é um Verdadeiro Mundo de Faz de Contas."
Texto Retirado de "Do Complexo Ao Mais Simples"
Virtualmente o mundo parece bem mais fácil do que realmente falando. Cri um dia que seria fácil viver até o octagésimo aniversário sem prantos. Mas por trás de tudo isso tem sempre um vilão... a não ser que o vilão seja você.
"A Vida é um Verdadeiro Mundo de Faz de Contas."
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